Senador Sergio Moro cogita renunciar e buscar emprego nos Estados Unidos para antecipar possível cassação de mandato

Moro alega perseguição política e busca garantir permanência no exterior

O renomado senador Sergio Moro, representante do partido União-PR, está considerando renunciar ao seu mandato e deixar o Brasil, temendo uma possível cassação de seu cargo político. Segundo fontes próximas, Moro teria entrado em contato com amigos e aliados nos Estados Unidos, buscando oportunidades de emprego que lhe garantam uma estadia prolongada no país norte-americano.

Um aliado próximo revelou que o objetivo do senador é renunciar ao cargo e alegar ser “perseguido” politicamente, com o intuito de controlar a narrativa e evitar danos à sua imagem. A estratégia de renúncia e alegação de perseguição política tem obtido êxito em outros casos, como no do ex-deputado federal Jean Wyllys, que ganhou notoriedade ao denunciar suposta contaminação da democracia no Brasil.

Inicialmente, Sergio Moro teria rejeitado a ideia de renúncia, visto que é conhecido por não fugir de enfrentamentos políticos. No entanto, diante da cassação de seu mandato como algo inevitável, o senador mudou de opinião. Além disso, a perspectiva de conseguir um bom emprego no exterior também foi um fator determinante em sua decisão.

Apesar das possíveis complicações que a renúncia traria para a esposa do senador, que ocupa atualmente o cargo de deputada e não deseja deixar o Brasil, um aliado afirma que essa questão pode ser facilmente contornada. A data exata para a renúncia ainda não foi definida, mas ela deve ocorrer quando Sergio Moro se sentir encurralado e perceber que essa é a única alternativa viável.

Vale ressaltar que o mandato de Sergio Moro já foi alvo de questionamentos no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). O Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro, ingressou com uma ação judicial buscando a cassação do mandato do senador. A ação alega supostas irregularidades em gastos e doações antecipadas durante a campanha eleitoral de Moro.

Caso se concretize a renúncia e a alegação de perseguição política, Sergio Moro poderá ser comparado a um “Jean Wyllys da direita”, de acordo com interlocutores próximos. A situação promete gerar intensos debates e repercussões no cenário político brasileiro, sendo acompanhada atentamente pelos cidadãos e analistas.

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