Total de mortos em Santa Maria-RS é corrigido para 232

Alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral Guido Pedroso de Melo

Local do incêndio em Santa Maria

Vítima é socorrida em incêndio em uma casa norturna, na cidade de Santa Maria

O número de mortos em um incêndio na boate Kiss em Santa Maria, no centro do Rio Grande do Sul, foi corrigido para 232, sendo 120 homens e 112 mulheres, segundo o Batalhão de Operações Especiais. Além disso, 131 pessoas ficaram feridas. Anteriormente, a Brigada Militar havia informado, em entrevista coletiva, o número de 245 mortos. Um caminhão precisou realizar quatro viagens para retirar os corpos do local e levá-los até um ginásio.

Os corpos que foram possíveis de serem identificados por documentação serão apresentados a familiares. O ginásio da cidade está sendo liberado para velório coletivo. Hospitais da região precisaram solicitar auxílio de profissionais para atendimento.

Essa já é considerada a maior tragédia do Estado. Antes, o incidente com maior número de mortos no Estado havia ocorrido em 28 de julho de 1950, quando um avião quadrimotor chocou-se contra o Morro do Chapéu, em Sapucaía do Sul.

Testemunhas afirmam que o fogo começou durante show pirotécnico quando uma banda se apresentava. O material de isolamento acústico do prédio – feito de espuma – incendiou e a fumaça intoxicou as vítimas.

Conforme os Bombeiros, as vítimas fatais morreram devido à inalação de fumaça tóxica. “A maior parte dessas pessoas morreu asfixiada. Elas entraram em pânico e acabaram pisoteando umas às outras. O principal fator (para as mortes) foi a asfixia. “O isopor gera uma fumaça muito tóxica”, afirmou o comandante geral dos Bombeiros do Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo.

Conforme um segurança que trabalhava na boate no momento do incêndio, entre mil e duas mil pessoas deveriam estar no local durante o incidente. A maioria jovens.

Alvará

O alvará do Plano de Prevenção de Combate a Incêndio da boate Kiss estava vencido desde agosto de 2012, segundo o comandante geral Guido Pedroso de Melo.

O governador do RS, Tarso Genro, se pronunciou por meio de sua conta no Twitter. “Domingo triste! Estamos tomando as medidas cabíveis e possíveis. Estarei em Santa Maria no final da manhã”, escreveu o governador. A presidente Dilma Rousseff cancelou seus compromissos no Chile e também foi para Santa Maria. A rodada deste domingo do campeonato gaúcho de futebol foi cancelada.

Fonte: G1

divulgamaragogipe

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  1. Crispim Quirino 20 de agosto de 2013 at 00:48

    PORQUE NÃO DEVEMOS VOTAR PELA EMANCIPAÇÃO INDIVIDUAL!?
    Por Crispim Quirino – poeta, ator, professor e escritor

    Não se pode dissociar a HISTÓRIA DE MARAGOGIPE e região, sobretudo de seus distritos do Recôncavo da Bahia, sem antes saber o valor que essa mesma história nos trás enquanto memória coletiva. Muitas foram as lutas dos “maragogipanos” pela Independência do Brasil em 1822 e muitas foram as participações de nossos “sanroquenses” enquanto patrióticos cidadãos da Vila, depois Cidade. E isso é o que nos une. É o que registra toda essa gente. É o que marca o corpo de seus membros. Sem a participação coletiva do centro com seus distritos não se carregaria a identidade que se tem atual sobre a história (da Bahia): “Marag-gyp”. Mantida desde seus primeiros habitantes e nossos consanguíneos os “braços invencíveis”. Não se pode esconder a verdade. E a verdade também é humana, parte dos homens e mulheres presentes enquanto maragogipanos (as). O distrito de São Roque do Paraguaçu foi criado pela lei Provincial n° 2179, de 20 de junho de 1881 e confirmada em Decreto Estadual n° 8311, de 15 de fevereiro de 1933; passando a ser membro-permanente à sede originária: a Patriótica Cidade de Maragogipe – Terra das Palmeiras. Não há como contestar ESSA VERDADE: nossa identidade é coletiva. Maragogipe não seria o que é hoje se não fosse São Roque, e São Roque não seria o que é hoje se não fosse Maragogipe, ambas uma cidade só – Gente mestiça, diversa, mas unida – Eis a questão. – Paraguaçu não é santo, é rio de ponta a ponta. Diz o poeta.
    É bem verdade que os vereadores, respeitando seus mandatos e pessoas enquanto tais, a exemplo de Fernando Nery Cardoso (Fernandinho de São Roque do PSDC) e Roque dos Passos (Roque do Trator do PT) nada sabem historicamente do valor que tem a PATRIÓTICA CIDADE DE MARAGOGIPE, pois se os tivesse não apoiariam essa separação que vem descaracteristicamente esmiuçar e fragmentar o rico valor que essa região possui, sobretudo o presente distrito para com quem a sede tanto apoiou e apoia. Não seria agora, com o crescimento de nossa gente, que São Roque daria as costas a sua grande mãe: a Maragogipe do rio Paraguaçu. Um bom filho a mãe respeita. É sabido o interesse por esses e aqueles políticos com a separação do distrito, mas é mais sabido o quanto essa separação trará prejuízos incalculáveis à sede. Não se pode praticar o erro dos políticos do passado que venderam nosso “Navio Maragogipe”, nossa “Fábrica de fumo Suerdieck”, nossa história cultural ao esquecimento. A diferença, HOJE, é que temos a memória a nosso favor e a CONSCIÊNCIA de que aqueles que traíram nossa terra não devem merecer nosso respeito, muito mais enquanto “políticos” que se juntam a uma comissão sem antes consultar a população da sede-distrito – daí não apoiarmos qualquer iniciativa que não seja da ordem em que a “democracia”, enquanto governo de um podo, predomine. NÃO POR ESSA EMANCIPAÇÃO, MAS POR UMA COMUNIDADE COLETIVA! NÃO, NÃO E NÃO!
    O que se quer é emancipar a CIDADE TODA e não apenas uma parte dela; marginalizando nossa juventude “alienada” com políticas descompromissadas e sem rumo. Esquecendo o valor que ambas têm (sede-distrito) para com a cultura de seu povo. Esses políticos não percebem qual é a firmação cultural dessa gente e sua identidade enquanto tal e querem separar isso, matando toda a tradição; isso é retrocesso. Como se faz para emancipar toda a cidade? Com política participativa e conjunta; com política de educação; com política de cultura; com política de divisão da economia do distrito-sede, aplicado democraticamente; com gestão popular e uma política social onde a sede-distrito decidam pelo todo e não por uma pequena parcela que só visam interesses pessoais e mesquinhos. Se perguntar a essa mesma comissão quantos anos tem o distrito enquanto tal, certamente não saberão responder, imagine se perguntar quem fora D. Duarte da Costa. Ficarão perdidos, atônitos. – Nossa identidade é de luta e não de acordos…
    Não devemos votar pela emancipação “capenga” e “fragmentada”! Não!!!!!!
    Vejamos o que diz um interessado no assunto pelo Blog do Zevaldo reconhecendo o erro que há na questão, Ailton Apolonio dos Santos: “A Comissão para ser legitima deveria ser convocada uma assembleia dos eleitores moradores de São Roque do Paraguaçu, que após votação das chapas, deveriam assinar o livro de ATA DA CONSTITUIÇÃO DA NOVA COMISSÃO PRÓ-EMANCIPAÇÃO DE SÃO ROQUE DO PARAGUAÇÚ”. Isso só já reforça nossa opinião em que não há interesse pela História de São Roque, e sim, pela política-partidária que está por trás disso, querem se enriquecer individualmente com esse desmembramento, e tem nome: os vereadores envolvidos e a comissão à frente…Não há outra interpretação, senão a de manter o distrito unido com a sede, ligado e harmoniosamente interessado por sua história que é a de todo povo maragogipano…Quando se fala nesses nomes é porque foram eles mesmos que induziram (claramente) a não chamar a população ou convocar essa para o debate, fizeram tudo ao seu modo e mal prazer. Porque não deixar de lado isso e se juntar por uma Maragogipe melhor e de todos? Porque não emancipar toda a cidade e não parte dela? A resposta é: o povo que não foi convocado que se dane o meu é o que importa. Essa é a verdade. Pensam eles assim…TODOS TÊM QUE PARTICIPAR, tanto um quanto o outro e não uma minoria que não nos representa enquanto maioria. Não pela emancipação capenga e mentirosa! Não! Não e Não!!!!
    Outra questão é que a Lei Complementar 416, aprovado na Câmara Federal no dia 04 de junho de 2013 especifica no item 6 do projeto, segundo a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, além do plebiscito de toda a população, que a: “Área não pode estar situada em reserva indígena, área de preservação ambiental ou área pertencente à União”, e se não nos falha a memória São Roque, e não só esse distrito como boa parte topográfica, paisagística, natural e geográfica de Maragogipe, está protegida enquanto área ambiental e de conservação, ou seja, a Resex (A Reserva Extrativista) marinha Baía do Iguape, situada na Baía de Todos os Santos, reforça para com que essa proteção de área e cultura seja devidamente constituída e não fragmentada. Dessa forma a comunidade se sente desrespeitada por não ser consultada e não ter as garantias de que essa divisão será propícia ao que todos esperam. Não é isso o que se viu até aqui e não será. TODOS DEVEM VOTAR PELO NÃO! Não ao passado disfarçado! Não a falta de democracia! Não aos oportunistas de plantão!
    Portanto, é preciso esquecer! É preciso lutar pelo todo e não por uma pequena parte. Juntos faz-se o caminho por uma Maragogipe mais Roqueana: curada de suas pragas e lavada pelo sangue puro de nosso Padroeiro São Bartolomeu – Ambos (Roque e Bartolomeu) unidos pela nossa terra no mar e no céu até que a morte nos separe e nos leve para o infinito que nos parece ser bem melhor do que aqui na terra dos “sacanetas” que insistem em chamar o povo de burro, ou pior, tentar praticar uma política do passado nesse tempo presente tão caro a nossa sabedoria, comunicação, informação, tradição e respeito. Fora ao apartheid oportunista, não humana, fora ao apartheid de Maragogipe. Fora! Fora!!!!

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